Dias Felizes

Sexualidade

Faria amor no primeiro encontro?

Entre química, desejo, ousadia, a promessa de uma relação estável ou a mera promiscuidade, fica a dúvida... Você seria capaz?

Curiosidades...
  • A tradição de atirar grãos de arroz aos noivos teve origem na China da Antiguidade, onde um mandarim quis mostrar ter uma vida farta e decidiu que o casamento da filha se realizaria sob uma chuva de arroz.
  • No hinduísmo, o casamento envolve uma série de rituais que reflectem o desejo de fertilidade como, por exemplo, um círculo de fogo à volta dos noivos.
  • Em certas sociedades, sobretudo africanas, o medo de espíritos malignos obriga os noivos a disfarçarem-se ou até a mandarem substitutos à cerimónia. Na Etiópia, por exemplo, é costume armar-se uma guarda durante a cerimónia para proteger os noivos dos demónios.
  • Na Formosa (Taiwan), durante a cerimónia, os noivos sentam-se de costas um para o outro. Executam-se danças e, após vários rituais, faz-se um pequeno corte numa das pernas de ambos, de modo a misturar-lhes o sangue. Posto isto, supõe-se que nada mais os poderá separar.
  • As cerimónias islâmicas duram apenas cinco minutos, tempo necessário para se ler três versículos do Corão, livro sagrado do Islão. Contrariamente, as cerimónias indianas são muito longas; duram cerca de três dias.
  • Os casais judaicos, nos dias em que a mulher está menstruada, não podem dormir na mesma cama, nem sequer se podem tocar.
  • Muitos casais palestinianos conhecem-se apenas semanas antes da boda, porque, nesta cultura, a grande prioridade do matrimónio é, mais do que unir duas pessoas que se amem, garantir a linhagem da família. O homem tem pouco contacto com a futura esposa mas, com a permissão da mãe desta, pode examinar-lhe o corpo e verificar-lhe o hálito.
  • Um dia perfeito

    Casamento é...

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    Amor, arroz e contratos

    O casamento, nas suas diversas formas, reflecte o resultado da evolução do Homem. Como prática social, tornou-se um acto público e revela os costumes de uma sociedade. É uma declaração de promessas privadas e motivo de celebração.

    A tradição ainda é o que era?
    Antigamente, a maioria das pessoas casava apenas para constituir família. O papel das mulheres era de submissão e passividade. Ensinadas a serem boas esposas e mães, abdicavam de ambições pessoais. A maioria não tinha uma profissão, a sua única preocupação era cuidar da família. Isto, financeiramente, tornava a esposa totalmente dependente do marido. Era a figura paternal que ditava "quem dá o pão, dá a educação".
    A grande mudança na instituição familiar verifica-se após a II Guerra, com a igualdade de direitos. A partir daí alteram-se as mentalidades, bem como o papel da mulher na sociedade. Ela conquista terreno e, hoje, além de esposa e mãe, tem uma carreira profissional, o que lhe dá responsabilidades fora de casa e menos tempo para cuidar da família, tarefa que partilha com o marido. Algumas preferem até 'casar' com o trabalho e serem independentes, a terem marido e filhos. Outras, optam por ser mães solteiras. Estes casos, no entanto, ainda constituem uma minoria. Muitas jovens continuam a querer concretizar o 'sonho de menina': encontrar o homem ideal e casar de branco, véu e grinalda. Para estas, a tradição do casamento, ainda que com algumas variações, continua a ser o que era.

    O casamento em Portugal
    Segundo um estudo do Centro de Investigação e Estudo da Sociologia (CIES) a taxa de nupcialidade, em Portugal, depois de subir até à década de 70, desce acentuadamente até ao presente, tendo o divórcio aumentado também a partir dos anos 70. Hoje, a vida familiar regista a igualdade entre os cônjuges, novos padrões educativos e valorização do indivíduo. Mantêm-se, ainda, os contrastes entre o Norte e o Sul do país. A Norte regista-se uma percentagem elevada de casamentos católicos e um menor número de nascimentos fora do casamento. A Sul uma percentagem alta de casamentos civis e de divórcios, assim como um maior número de nascimentos fora do casamento. Apesar de tudo, Portugal ainda é o país da Europa onde se efectuam mais matrimónios, seguido do Reino Unido.

    Outros costumes
    A monogamia é a forma mais aceite de união marital. Mas, em certos países, existe também a poligamia. Esta modalidade inclui a poliandria, organização familiar em que uma mulher tem legalmente vários maridos. Está limitada ao Sudeste da Índia e ao Sri Lanka, em comunidades onde a prática de infanticídio feminino resulta num défice de mulheres. A poligenia, outra forma de poligamia, rege-se por uma lei que permite ao homem casar com várias mulheres. Isto verifica-se nos países islâmicos, em que o homem pode ter até quatro esposas. Já na Índia, um homem pode casar com o número de mulheres que quiser. Actualmente, em Marrocos, a poligamia continua a existir, com maior incidência nas povoações mais arcaicas e rígidas.

    Para um muçulmano, ter mais do que uma mulher é sinal de poder e riqueza. A primeira esposa tem regalias relativamente às restantes: é seleccionada pela posição social e pelos dotes e tem um papel importante na organização da casa; o marido só poderá casar de novo se ela concordar.
    A idade e a beleza determinam a escolha das outras esposas. Ao casar-se mais do que uma vez, o homem muçulmano compromete-se a proporcionar condições iguais a todas as mulheres, afectiva e materialmente, de modo a manter a harmonia do lar. Não obstante, a mulher marroquina vive com medo de ser trocada ou de o marido pedir o divórcio. Como o marido é proprietário dos bens da família, a mulher abandonada fica, normalmente, na miséria. Não raro, os homens arranjam os mais insólitos pretextos para culpabilizar as esposas pelo divórcio, de modo a que elas fiquem também sem qualquer tipo de pensão.


     
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